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Edvaldo Couto e o uso das redes sociais na educação

O segundo dia do SimSocial teve início com a conferência do professor Edvaldo Couto, intitulada Corpo, subjetividade e tecnologias digitais: usos de redes sociais na educação. Sua pesquisa inicialmente pretendia explorar o discurso e as representações do corpo nas redes sociais; posteriormente, a pesquisa caminhou para os usos da rede na educação. O objetivo é então discutir o tema do corpo nas redes sociais dentro das possibilidades pedagógicas.

O professor do departamento de educação da UFBA continua sua fala colocando que nas redes sociais o corpo também é um meio de expressão; o que interessa são as narrativas corporais nas redes sociais. Taís narrativas podem ser expressas através de texto ou fotografia. “É também pelo corpo que as pessoas se expressam nas redes sociais”, afirma o professor. Porém, essas narrativas corporais estão bastante alheias na educação. Existe um silenciamento muito grande  sobre os corpos na rede, mesmo sendo esta uma época de culto ao corpo. E coloca ainda: “se nós existimos com o corpo, é com o corpo que estamos na rede e é com o corpo que fazemos educações”.

“A escola é o lugar que atrasa o século XXI. Fora da escola eu tenho acesso a várias formas de informação. Na escola, eu tenho um professor, um livro, talvez um computador”. Foi com essa frase, de um aluno canadense, que Edvaldo Couto questionou o fato de quase todos os professores e alunos estarem conectados e o uso das redes ainda ser tão precário nas práticas pedagógicas e reforça o fato de que é preciso investir na escola e na formação do professor. Professor Edvaldo sugere o uso livre das ferramentas para encontrar maneiras de se produzir na rede.

Ele definiu rede social como uma estrutura social que envolve indivíduos que partilham dos mesmos interesses. E afirma: “Agora é preciso conectar as pessoas e são as pessoas conectadas entre si que fazem coisas extraordinárias, porque elas estão juntas”. Edvaldo enfatiza que é preciso compreender que quando se fala em redes sociais não se fala somente de orkut, facebook e twitter: “há experiencias lindas de pequenos grupos criando redes”.

Couto aponta que cada sujeito é agente ativo na criação e distribuição de conteúdo e mostra algumas pesquisas sobre comportamento das redes sociais para pensar a quantidade de pessoas que usam as redes sociais e o crescimento da utilização da internet móvel. “Se as pessoas estão cada vez mais conectadas, o que se pode fazer conectado na educação?” E complementa “Onde tem mais pessoas conectadas, tem mais inteligencia coletiva. Assim deveria ser”.

O professor coloca a importância da participação das pessoas na cultura digital e propõe algumas ações que se pode fazer em rede, como aprendizagem reciproca, reconhecimento e enriquecimento mutuo e trabalho coletivo e colaborativo.

Outro ponto destacado foi a questão dos preconceitos, que também são vivenciados em rede. Há uma valorização grande de determinados modelos corporais que devem ser exibidos; encontramos na rede uma preocupação social cada vez maior para que as fotos sejam bem elaboradas, o corpo espetacularizado e construído para exaltar determinadas característica que se aproximem dos modelos valorizados socialmente. Para isso, são utilizadas estratégias pra permitir que a narrativa corporal seja bem feita. Essa obsessão por mostrar as narrativas corporais deve ser acompanhada de uma discussão acerca da vulnerabilidade na rede, que novamente é colocada novamente como um espaço de educação extraordinária, onde devem ser  discutidas sobre essas praticas.

Para completar, Edvaldo dá alguns exemplos de como usar as redes a favor da aprendizagem: mediar grupos de estudos, disponibilizar conteúdos extras para os alunos, compartilhar experiencias e bons exemplos, elaborar calendários de eventos e atividades, criar chats para tirar duvidas, promover a cultura, dentre outros. Os professores integrados na cultura digital podem usar as redes sociais para potencializar a comunicação com seus alunos, perceber as linguagens usadas e os valores envolvidos, discutir questões significativas, incentivar a expressão de uma ideia em formatos reduzidos, distribuir e receber tarefas, intensificar o dialogo em esfera publica, orientar para praticas e comportamentos seguros, orientar sobre as narrativas corporais sociais e incentivar o ativismo nas redes sociais. Mas alerta que assim como na sala de aula não se pode dizer qualquer coisa de qualquer maneira, nas redes sociais, que constitui-se de uma esfera publica com alcance muito maior, o cuidado tem que ser intensificado.

Professor Edvaldo finaliza sua apresentação afirmando que não se pode jamais limitar a experiência, deve-se sim, vivenciar e incentivar os processos dinâmicos nas redes sociais. “A educação é produção livre de conhecimentos”.

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Primeiros trabalhos apresentados nos núcleos temáticos

A tarde dessa quarta-feira foi o primeiro momento no qual ocorreu a apresentação dos trabalhos aprovados no SimSocial 2012. Os cinco núcleos temáticos do evento – Práticas interacionais (NT 1), Consumo e estratégias de mercado (NT 2), Política e ativismo (NT 3), Educação e aspectos cognitivos (NT 4), e Práticas colaborativas de produção de conteúdo (NT 5) – tiveram sessões.

Às 14:30 foram iniciadas as apresentações do Núcleo Temático 1 – Sociabilidade, novas tecnologias e práticas interacionais. A mestranda Junia Cristina Ortiz Matos trouxe informações a respeito de sua pesquisa a respeito das reconfigurações do consumo televisivo na plataforma Snappy TV.  Em seguida a professora Suiane Ferreira discutiu sua experiência na utilização de um blog ao ministrar uma disciplina para estudantes de enfermagem.

Os questionamentos que se seguiram a essas apresentações envolveram a convergência entre a tv e a internet tendo sido pontuado que a partir dessa convergência a tv certamente precisará ser reformulada de forma a fazer com que os espectadores tenham a possibilidade de interagir com conteúdos exibidos. Quanto à utilização do blog no ensino superior, as discussões deixaram claras que muito mais que a utilização de ferramentas será necessária uma profunda modificação no que se espera do papel a ser desempenhado tanto pelo professor quanto pelos estudantes.

Terminada a primeira sessão de apresentações e debate, o tema do amor virtual foi abordado por Júlio César lemes de Castro a partir de uma perspectiva psicanalítica mas enfocando os conceitos de empreendedorismo pessoal e reificação. Logo após, a professora Vanessa Souza Pereira falou sobre sua investigação de estudos do ciberespaço no sentido de verificar a emergência de novidades metodológicas no campo virtual. As pessoas que acompanharam as apresentações ficarm curiosas a respeito das conexões possíveis entre as análises da exposição de si, seja online ou offline, e a noção de amor romântico. A idealização do outro foi o elemento comum que pode ser discutido a respeito do amor virtual, bem como o que o apresentador denominou de “reificação” nos tempos atuais.

A ética na pesquisa foi o tema mais presente nos questionamentos acerca das metodologias no campo virtual e foi bastante ressaltada a necessidade de discussão sobre as diferentes situações de forma a se construir princípios eticamente válidos para as pesquisas da área.

Agora a  noite ainda acontecerão a conferência do professor André Lemos e o coquetel de lançamento do livro “Mídias Sociais: Saberes e Representações” (organizado por José Carlos Ribeiro, Thiago Falcão e Tarcízio Silva).

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Mesa redonda: Metologias de Pesquisa na Internet

Na última atividade da manhã, José Carlos fez a abertura apontando os desafios que os ambientes digitais trazem ao esquema de pesquisa dos fenômenos sociais, partindo da observação, passando pela coleta de informações para análises que gerarão interpretações. A mesa foi aberto com a indagação sobre os efeitos da complexidade e particularidade das tecnologias digitais na reconfiguração das pesquisas de muitos fenômenos sociais contemporâneos. Em que medida as particularidades destes fenômenos que se apresentam nos ambientes digitais são ressonâncias de transformações mais amplas do mundo contemporâneo e não apenas fruto das singularidades técnicas das tecnologias digitais?

Adriana Amaral iniciou sua fala apontando as motivações para produção do livro Métodos de Pesquisa na Internet (2011). Dentre os desafios teóricos metodológicos da Internet, destacou a tríplice característica da Internet como objeto de pesquisa, ambiente e, ao mesmo tempo, instrumento para coleta de dados. Lembrou da importância de recuperar, nas pesquisas, os antecedentes históricos tanto dos dispositivos tecnológicos quanto dos métodos de pesquisas usados em outros momentos da história. Os níveis de inserção do pesquisador nos ambientes digitais merecem atenção especial pois possuem relações importantes com os tipos de pesquisa e podem interferir no próprio objeto de estudo.

Outro ponto destacado foi a importância da descrição aprofundada dos fenômenos para subsidiar as análises e interpretações. A combinação de pesquisas quantitativas e qualitativas podem permitir saltos de qualidade das pesquisas, articulando diferentes abordagens e métodos para estudo de fenômenos complexos. Os modismos e encantamentos momentâneos das análises acadêmicas descartam muito rápido objetos de estudo sem a necessária amplitude para compreensão dos fenômenos. Usar dados on e off é outro desafio a ser articulado no desenho das pesquisas e esta articulação nem sempre é evidente, apesar de ter potencial de para produzir olhares mais críticos. A pesquisadora aponta que carecemos de um aprofundamento teórico metodológico das pesquisas na Internet, trazendo uma perspectiva mais macro para além do modismo e do determinismos associados às tecnologias. Problematizar mais a fundamentação do uso dos métodos e cuidar do processo de aplicação pode ser mais relevante do que apenas apontar o método usado.

A pesquisadora da UNEB Tânia Maria Hetkowski, do Grupo de Geotecnologias, Educação e Contemporaneidade (GEOTEC), relatou sobre Pesquisa Colaborativa a partir de algumas experiências com o projeto “A Rádio da Escola e na Escola da Rádio”, demonstrando que a pesquisa é uma dimensão da práxis social e, por isso precisa cogitar os compromissos cabíveis à dinâmica da sociedade, assumindo as insuficiências e inacabamentos nos modus de se pesquisar. O exemplo do projeto traz à tona indagações de que as preposições metodológicas se fazem a partir dos percursos e “do caminhar” dos pesquisadores. Assim, a fala da professora ilustrou uma possibilidade de pesquisa colaborativa, a qual busca um “entrela çamento entre o saber e o fazer, entre as potencialidades da geotecnologia no entendimento do espaço, entre as demarcações e as práticas pedagógicas de sala aula, entre as vivências, as representações e os saberes sobre a dinâmica do espaço urbano vivido, concebido e percebido pelos pesquisadores do GEOTEC e alunos e professores da Rede Pública de Ensino”.

Já o pesquisador Marcos Palacios trouxe para o debate diferentes momentos da pesquisa em cibercultura e a necessidade de cautela na definição das estratégias de pesquisa. Apontou a importância de termos em mente que a demarcação de caminho de construção das metodologias são construídas no próprio percurso das pesquisas na área da comunicação.

Palacios iniciou sua fala fazendo uma rápida retrospectiva histórica das pesquisas na e sobre a Internet no Brasil, questionando a relevância da urgência por novos métodos: “É preciso uma nova metodologia para lidar com as novas manifestações sociais na Internet?”. Esta indagação em 1995 gerou apontamentos sobre o fato de que mesmo havendo mudanças nos objetos de pesquisa na Internet, os objetos continuavam conectados aos demais fenômenos e ambientes não mediados pelas tecnologias digitais. Há mais potencialidades do que rupturas sendo apontadas no contexto de ineditismos da Internet. Talvez uma das maiores demandas atuais seja a necessidade de criação de métodos híbridos para as pesquisas na Internet. O professor finalizou sua apresentação lembrabdo que a Internet pode ser considerada tanto como sistema quanto como ambiente e precisamos aprender a “passar a navalha”, atualizando a célebre frase de Navalha de Occam: “As entidades não precisam ser multiplicadas além da necessidade”, aumentando a cautela na seleção e aplicação das estratégias para pesquisas na internet e fora dela.

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Acompanhe o #simsocial2012 em tempo real

Bem vindos ao #SIMSOCIAL2012! Desde às 8h da manhã que se iniciou o credenciamento e os participantes e palestrantes já estão chegando. Na sequência teremos a conferência de abertura, com o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas (PósCom UFBA), Edson Dalmonte, e com o coordenador do evento, José Carlos Ribeiro.

E no começo da manhã a segunda edição do SimSocial  já era assunto na imprensa baiana, numa reportagem de Verena Paranhos intitulada “Interação e Sociabilidade em discussão”, para o Jornal A Tarde (pg. 3).

O SimSocial é um evento organizado pelo Grupo de Pesquisa em Interações, Tecnologias Digitais e Sociedade (GITS). Acompanhe as conferencias pelo site, pela twitter do GITS (@gitsufba), pela página do facebook (http://www.facebook.com/simsocial2012) e ao vivo através do link aovivo.ufba.br/simsocial.

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Resultados do SIMSOCIAL 2012

Divulgada a lista dos trabalhos aceitos para o SIMSOCIAL 2012. O resultado completo, com a divisão por NTs, pode ser acessado aqui.

Lembramos que os eventuais co-autores inscritos no evento também devem realizar o pagamento referente à participação.

É necessário ressaltar que os aceites são relativos à apresentação dos trabalhos. Alguns artigos ainda necessitarão de alterações pontuais para a publicação final nos anais. A comunicação com os indicativos será realizada em breve, através de e-mail ou por meio deste site.

Aproveitamos para agradecer aos pareceristas convidados – pesquisadores da área – pela valiosa contribuição no processo de análise dos trabalhos enviados ao evento.

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